Qualificação do GP de Mônaco 2025: horários, transmissão e detalhes

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Durante Qualificação do GP de Mônaco 2025Monte Carlo, Principado de Mônaco, o grid da oitava etapa da temporada foi decidido em um cenário que misturou tradição, mudanças estratégicas e muita expectativa. O domingo, 25 de maio de 2025, vai trazer a corrida que, historicamente, oferece pouco espaço para ultrapassagens – mas que agora tem um tempero novo: três compostos de pneus obrigatórios.

  • Data da qualificação: 24/05/2025, às 11h (horário de Brasília, GMT‑3)
  • Local: Circuito de Mônaco, Monte Carlo
  • Transmissão: Band (TV aberta), BandSports (cabo), BandPlay e F1TV Pro (streaming)
  • Novidade: Obrigatoriedade de três compostos de pneus, gerando duas paradas estratégicas
  • Pilotos de destaque: Max Verstappen, Red Bull Racing e Charles Leclerc (Ferrari)

Contexto da Temporada 2025

A F1 chegou à fase decisiva da campanha de 2025. Depois de uma vitória apertada de Max Verstappen no GP de Imola, a confiança da Red Bull Racing aumentou. Entretanto, a batalha pelo campeonato ainda está em aberto: Charles Leclerc — que conquistou a vitória em casa no GP de Mônaco de 2024 — lidera o placar com dois pódios consecutivos, enquanto Lewis Hamilton (Ferrari) tenta retomar o ritmo após um início irregular.

O calendário até agora incluiu oito corridas, com a maioria ocorrendo em circuitos de rua e alguns clássicos como Spa‑Francorchamps. Cada equipe já ajustou seu carro para o clima mais quente de maio, e a troca de peças aerodinâmicas no hovercraft das equipes será decisiva nas estreitas curvas de Mônaco.

Detalhes da Sessão de Qualificação

O sábado começou às 07h30 com a Free Practice 3, seguida da tão aguardada sessão de qualificação às 11h. O formato padrão de três blocos (Q1, Q2 e Q3) foi mantido, mas com um detalhe que alterou a estratégia: os carros chegavam ao pit lane já equipados com a combinação de pneus que seria usada nas duas primeiras paradas. Assim, a escolha do composto para o início da corrida influenciou diretamente o ritmo de Q2, já que equipes buscavam maximizar a performance em um único conjunto.

A pista, que mede 3,337 km e inclui 19 curvas — das mais famosas a Rascasse, Loews e a desafiadora chicane do túnel — exigiu dos pilotos uma precisão quase cirúrgica. De acordo com o comentarista Rodrigo França, da F1Mania.net, "a margem de erro é mínima; basta tocar a borda da parede e tudo se desfaz".

Nos treinos, o Lando Norris da McLaren mostrou velocidade nas retas, mas ficou vulnerável nas curvas lentas. Já George Russell, da Mercedes, surpreendeu ao registrar o melhor tempo na primeira fase, deixando a Mercedes com esperança de devolver o pódio em Mônaco.

Transmitindo a Corrida: Onde Assistir

Para o torcedor brasileiro, a cobertura está bem distribuída. A TV aberta Band vai exibir a qualificação ao vivo, com repórteres no circuito oferecendo análises em tempo real. Quem prefere sinal a cabo pode sintonizar a BandSports, enquanto os assinantes da plataforma de streaming BandPlay terão acesso ao feed completo e a conteúdos extras, como entrevistas nos pits.

Além disso, a F1TV Pro continua sendo a opção mais detalhada, com câmeras dedicadas para cada equipe e telemetria ao vivo. Não importa o meio escolhido, a regra de uso de três compostos de pneus será destacada como o ponto central da análise pré‑corrida.

Impacto da Nova Estratégia de Pneus

Impacto da Nova Estratégia de Pneus

A mudança regulatória — três compostos diferentes (macio, médio e duro) e duas paradas obrigatórias — tem tudo para sacudir a dinâmica de Mônaco. Historicamente, a corrida depende quase que exclusivamente da posição de largada; ultrapassar nas estreitas vias é raríssimo. Agora, as equipes precisam equilibrar ritmo de volta e desgaste, criando oportunidades para estratégias de undercut ou overcut.

Segundo o engenheiro chefe da Ferrari, Enrico Cardile, "o macio traz velocidade nas curvas rápidas, mas o meio dá estabilidade nas áreas de frenagem. A escolha do ponto de troca pode determinar quem vai à frente nos últimos 20 volta".

Já a Red Bull Racing aposta numa corrida agressiva, usando o macio nos primeiros trechos e trocando para o médio assim que a pista aquecer. Essa ousadia pode ser recompensada ou virar o prato de queixo se houver desgaste inesperado.

Reações de Pilotos e Expectativas para a Corrida

Em entrevista rápida após a classificação, Max Verstappen admitiu estar "confiante, mas consciente do perigo". O holandês ressaltou que Mônaco sempre foi um teste de paciência e que a nova estratégia de pneus pode criar "momentos de surpresa que ninguém está preparado".

Charles Leclerc ficou mais cauteloso: "Ganhar em casa foi incrível, mas nesta temporada tudo pode mudar em um pit stop". O piloto monegasco parece contar com a experiência em circuitos urbanos para proteger a posição de partida.

Os times de médio porte, como Alpine e Haas, veem na regra um chance de fechar a lacuna com os gigantes. Franco Colapinto (Alpine) comentou que "o meio de pista tem sido favorável ao nosso carro e, se acertarmos a estratégia, podemos surpreender".

Ao final, a expectativa geral é de um domingo tenso, onde cada segundo de pit stop pode ser decisivo. Os fãs, por sua vez, já preparam bandeirinhas e gritos, prontos para assistir a uma corrida que promete ser uma das mais estratégicas da história de Mônaco.

Perguntas Frequentes

Como a nova regra de três pneus afeta a estratégia das equipes?

A obrigatoriedade de usar macio, médio e duro gera duas paradas programadas. Equipes agora precisam escolher quando trocar, considerando desgaste, temperatura da pista e posicionamento no grid. Estratégias de undercut (troca precoce) ou overcut (troca tardia) podem criar oportunidades de ganho de posição, algo raro em Mônaco.

Qual será o horário da corrida no domingo?

A corrida está agendada para 25 de maio de 2025, às 10h00, horário de Brasília (GMT‑3). A transmissão ao vivo começa alguns minutos antes para as análises pré‑corrida.

Onde os fãs podem assistir à qualificação ao vivo?

A qualificação será transmitida ao vivo pela TV aberta Band, pelo canal a cabo BandSports, e via streaming nas plataformas BandPlay e F1TV Pro. Cada serviço oferece comentários locais e, no caso da F1TV Pro, câmeras de bordo e telemetria detalhada.

Quem lidera o campeonato após Imola?

Depois da vitória de Max Verstappen em Imola, ele segue à frente no campeonato, porém com uma margem reduzida. Charles Leclerc está a poucos pontos, mantendo a disputa acirrada.

Qual a importância da classificação para o resultado final?

Em Mônaco, a posição de largada costuma determinar grande parte do resultado, já que ultrapassar é difícil. Uma boa classificação pode garantir um “ponto de partida” estratégico, especialmente agora que as duas paradas obrigatórias podem mudar o cenário durante a corrida.

13 Comentários

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    Marcos Thompson

    outubro 5, 2025 AT 04:34

    A introdução dos três compostos de pneus em Mônaco abre um leque de possibilidades estratégicas que transcende a mera mecânica de corrida.
    Do ponto de vista termodinâmico, o macio oferece um delta de aderência superior nas curvas de Baku, enquanto o duro garante estabilidade sob alta temperatura da pista.
    Entretanto, o meio representa o ponto de equilíbrio químico entre desgaste e performance, sendo crucial para otimizar o número de volta por segundo.
    Os engenheiros podem aplicar o conceito de ‘undercut’, trocando para o meio antes dos rivais, ou ainda o ‘overcut’, prolongando a vida útil do macio nas primeiras voltas.
    Essa dialética entre agressividade e conservação cria um cenário quase quântico, onde cada decisão de pit stop gera múltiplas linhas de futuro.
    Para os pilotos, a escolha do composto afeta não só a velocidade de pista, mas também a confiança psicológica ao encarar a estreita Rascasse.
    Se Max Verstappen optar por iniciar em macio, ele assume um risco calculado que pode ser recompensado por uma vantagem inicial de 0,3 segundo.
    Já Charles Leclerc, com seu histórico de precisão monacense, pode privilegiar o meio para garantir estabilidade nas frenagens críticas.
    A equipe da Ferrari, portanto, deve considerar o índice de degradação (DR) junto ao mapa térmico da pista para calibrar o ponto de troca ideal.
    Em termos de telemetria, a métrica de ‘lap delta’ entre os diferentes compostos será o termômetro da eficácia da estratégia.
    Vale lembrar que a Band e a F1TV Pro disponibilizarão dados em tempo real, permitindo que os fãs acompanhem cada nuance tática.
    Em suma, a regulação dos três pneus transforma Mônaco de um ‘tempo‑de‑posição’ puro para um verdadeiro laboratório de gestão de recursos.

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    João Augusto de Andrade Neto

    outubro 16, 2025 AT 18:21

    É inadmissível que as equipes ainda priorizem a velocidade em detrimento da segurança dos espectadores.
    A natureza estreita de Mônaco impõe um dever moral de cautela que não pode ser ignorado.
    Quando o piloto decide arriscar um undercut agressivo, ele coloca em risco não só a própria vida, mas a integridade de todos no paddock.
    É preciso que a FIA imponha limites mais rígidos e que os pilotos assumam responsabilidade ética.
    O esporte deve ser emocionante, mas nunca à custa de valores fundamentais.

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    Vitor von Silva

    outubro 28, 2025 AT 07:07

    Se refletirmos sobre a existência momentânea de cada volta, percebemos que o asfalto de Mônaco é um espelho da passagem do tempo.
    Cada troca de pneu simboliza um renascimento, onde o casco ressurge das cinzas da abrasão.
    A estratégia de duas paradas obriga o piloto a aceitar que a constância é ilusória, mas a adaptação é a única verdade permanente.
    Assim, Verstappen e Leclerc não correm apenas contra os adversários, mas contra a própria impermanência da vida.
    A cada curva, o destino se desenha como uma poesia que se lê ao som dos motores.
    Portanto, quem compreende a metáfora da pista, dominará o futuro.

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    Erisvaldo Pedrosa

    novembro 8, 2025 AT 20:54

    Essa nova regra é uma tentativa patética de disfarçar a previsibilidade que há anos assola Mônaco.
    Os organizadores, incapazes de inovar, recorrem a artifícios superficiais como o trio de pneus.
    Enquanto isso, as verdadeiras potências, como a Red Bull, sabem que a única maneira de vencer é dominar a pista com pura superioridade técnica.
    Não há espaço para sentimentalismos dos ‘debatentes’ que se dizem especialistas.
    A realidade é simples: quem tem o melhor setup termina no topo, os demais ficam à beira do abismo.

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    Fernanda Bárbara

    novembro 20, 2025 AT 10:41

    A verdade está oculta tras os bastidores da FIA eles manipulam dados para favorecer equipes favoritas a cada curva a integridade é comprometida silenciosamente.

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    Willian Binder

    dezembro 2, 2025 AT 00:27

    Mônaco, o palco das almas destemidas.
    Cada pit stop, um ato de coragem.
    O asfalto pulsa como coração de titã.
    Que o melhor sobreviva.

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    Andreza Tibana

    dezembro 13, 2025 AT 14:14

    mano eu vi essas paradas e to tipo: qd vc pensa q vai ser facil, ilusão total viu, é treta bixo.
    O vídeo da Band tá meio bugado mas dá pra sacar q o meio pneu é quase injusto pra quem tem carro ruim.
    Sem contar aquele papo de telemetria que ninguém entende, parece coisa de nerdz.
    Enfim, a corrida vai ser meio caótica pra geral.

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    José Carlos Melegario Soares

    dezembro 25, 2025 AT 04:01

    A bandeira negra da frustração cairá sobre os despreparados!

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    Marcus Ness

    janeiro 5, 2026 AT 17:47

    Prezados entusiastas da Fórmula 1, a implementação dos três compostos de pneus em Mônaco traz uma camada adicional de complexidade que exige análise cuidadosa.
    Recomendo observar a curva de temperatura dos pneus nas primeiras voltas, pois ela influenciará diretamente a escolha entre undercut e overcut.
    Além disso, a comunicação com o engenheiro de pista deve ser clara e objetiva, permitindo ajustes em tempo real conforme o desgaste evolui.
    Acompanhar os dados de lap delta disponibilizados pela F1TV Pro pode oferecer insights valiosos para otimizar a estratégia de pit stop.
    Mantenham a energia elevada e aproveitem cada momento desta competição emocionante.

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    Leonardo Santos

    janeiro 17, 2026 AT 07:34

    Não se esqueçam que por trás das transmissões da Band há um fluxo de dados que pode ser manipulado por entidades que não queremos mencionar.
    Enquanto a FIA proclama transparência, há indícios de que certos sensores de telemetria são calibrados para favorecer equipes que têm laços escondidos com grupos de poder.
    Alguns analistas apontam que o padrão de degradação dos compostos em Mônaco segue uma curva que só faz sentido se o asfalto receber aditivos exóticos, talvez provenientes de fontes não declaradas.
    Isso explicaria por que, de repente, o macio perde aderência mais rápido do que o previsto nas primeiras dez voltas, algo que jamais poderia acontecer em condições normais de pista.
    Em resumo, mantenham os olhos abertos, questionem cada número apresentado e não aceitem a narrativa oficial sem antes desconstruí‑la.

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    luciano trapanese

    janeiro 28, 2026 AT 21:21

    Galera, vamos unir forças e transformar essa estratégia em oportunidade para todos os times.
    Se cada piloto entender que a escolha do pneu médio pode ser a chave para ganhar posições, a competição ficará ainda mais justa.
    Compartilhem suas análises nos fóruns, troquem ideias e ajudem os novatos a decifrar a telemetria.
    Juntos, elevamos o nível de conhecimento da comunidade e celebramos cada ultrapassagem como vitória coletiva.
    Contem comigo para apoiar qualquer dúvida que surgir!

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    Arlindo Gouveia

    fevereiro 9, 2026 AT 11:07

    Caro colega, ao ponderar sobre a intricada matriz de decisões estratégicas que a qualificação de Mônaco impõe, torna‑se imperativo considerar múltiplos vetores de análise simultaneamente.
    Primeiramente, a métrica de temperatura do asfalto, que evolui de forma não linear ao longo das primeiras voltas, influencia diretamente a aderência dos compostos macio e médio.
    Em seguida, o coeficiente de atrito entre o pneu e a superfície, calculado a partir de sensores instalados nas bordas da pista, fornece dados cruciais para determinar o momento exato da primeira parada obrigatória.
    Ademais, a dinâmica de fluxo de tráfego nas curvas de Loews e Rascasse, onde o risco de colisão atinge picos significativos, exige uma avaliação minuciosa da posição de partida.
    Não menos relevante é a análise estatística histórica, que indica que equipes que adotam um estilo conservador de pit‑stop tendem a apresentar menor variabilidade de tempos de volta nas últimas dez voltas.
    Assim, ao integrar esses fatores em um modelo preditivo robusto, os engenheiros podem calibrar a estratégia de forma a maximizar a probabilidade de ascensão ao topo do grid.
    É fundamental ainda que a comunicação entre piloto e equipe mantenha um grau elevado de clareza sem ambiguidades, visto que decisões em tempo real são sensíveis a ruídos de interpretação.
    Por conseguinte, recomendo a implementação de um protocolo de decisão baseada em thresholds definidos previamente, de modo a reduzir a latência de resposta.
    Finalmente, ressalto que a cooperação entre todos os setores técnicos, aliados a um ambiente de aprendizagem contínua, constituirá o alicerce para o sucesso sustentável nas futuras edições deste grandioso evento.

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    Marcelo Mares

    fevereiro 21, 2026 AT 00:54

    Amigos apaixonados por velocidade, aqui vai um panorama detalhado que pode fazer a diferença entre o pódio e o fim da corrida.
    Primeiro ponto: o clima de maio em Mônaco costuma subir rapidamente, o que significa que os compostos macio e médio vão mudar de comportamento entre a sessão de qualificação e a corrida propriamente dita.
    Segundo, a regra dos três pneus obriga duas paradas, então a equipe deve decidir qual composto usar na primeira parada - macio para ganhar posições iniciais ou médio para garantir ritmo constante nas voltas intermediárias.
    Terceiro, preste atenção às janelas de troca de pneus; o “window” ideal costuma ficar entre a volta 12 e 18, quando o asfalto já atingiu temperatura ótima, mas ainda não está excessivamente desgastado.
    Quarto, a telemetria em tempo real (disponível no F1TV Pro) mostra o “lap delta” de cada composto; compare o delta do macio contra o médio a cada volta para detectar quando o desgaste começa a superar o ganho de aderência.
    Quinto, observe a estratégia dos principais concorrentes: se a Red Bull optar por duas paradas curtas em macio, pode abrir espaço para um undercut de longo prazo de quem escolher o médio.
    Sexto, lembre‑se de que a pista de Monaco tem uma única avenida de ultrapassagem segura - a reta dos pits após a curva da piscina - então a posição de saída do pit será decisiva.
    Setimo, mantenha comunicação constante com seu engenheiro; ajustes rápidos de pressão dos pneus podem prolongar a vida útil do composto escolhido.
    Oitavo, não subestime a importância dos freios; a temperatura dos freios costuma influenciar o desgaste dos pneus nas curvas de aceleração.
    Nono, caso haja um safety car, aproveite a janela para mudar de composto se ainda não usou o duro - isso pode ser o trunfo final.
    Décimo, lembre‑se de que o gás de escape e o “drag” são afetados pelos ajustes aerodinâmicos; pequenas mudanças podem melhorar a velocidade nas retas curtas de Monte‑Carlo.
    Por fim, a estratégia vencedora será aquela que equilibra risco e consistência, usando dados em tempo real para adaptar a escolha do composto a cada evolução da pista.
    Boa sorte nas pistas e que a melhor estratégia prevaleça!

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